Renata Abreu recebe o título ‘Mulher Notável’ da OAB Lapa

Deputada federal Renata Abreu lança o Podemos na Baixada Santista
11 de fevereiro de 2017
Deputada critica cláusula de barreira e defende a preservação dos partidos pequenos
21 de março de 2017

Renata Abreu recebe o título ‘Mulher Notável’ da OAB Lapa

A deputada federal Renata Abreu, presidente nacional do PTN-Podemos, foi homenageada pelo Dia Internacional da Mulher com o título ‘Mulher Notável’, concedido pela OAB-SP, subseção Lapa. A honraria foi entregue pelo presidente da subseção, Celso Fernando Gioia e pela presidente da Comissão da Mulher Advogada, Noêmia Vieira Fonseca.

“Nós, mulheres, temos um poder gigante e precisamos ter mais atitude. A mulher já conquistou muitos direitos: o direito ao voto, o direito à igualdade na Constituição de 1988, mas ainda temos que concretizar essas conquistas. A nossa união é muito importante. Na Câmara dos Deputados, nós representamos 52% da sociedade. Se estivéssemos unidas, não teríamos que debater cotas, pois a nossa união nos daria metade do Parlamento, no mínimo. Hoje somos 51 mulheres num universo de 513 deputados, mas, quando nos unimos em uma causa, os 462 homens não conseguem nos derrubar”, disse a deputada Renata Abreu.

Katia Boulos, presidente da Comissão Estadual da Comissão da Mulher Advogada, que também foi homenageada, lembrou a luta das mulheres advogadas e da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência do Tribunal de Justiça de São Paulo. “Nós ainda temos muitos desafios, principalmente para acabar com a violência contra a mulher. Quando se trata da mulher negra, os índices de violência aumentam em 300%. Nós temos que lutar para acabar com essa violência, mas temos que pensar em tudo: na ascensão profissional e na participação da mulher na política”, afirmou a advogada.

A ativista social Ana Lucia Keonaquem lembrou a cultura do estupro. “A cada cinco minutos uma mulher é estuprada no Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Quantas mulheres foram estupradas, agredidas e assassinadas enquanto nós estamos aqui nessa comemoração?”, indagou Ana Lucia. “Nós temos muito a comemorar, mas ainda não podemos deixar de fazer essa reflexão.”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *